O Fim do Mundo - Mito ou Verdade
Esclarecimentos: Esse post representa apenas amostras de pesquisas de cunho unicamente científico, sendo, portanto, isento de qualquer interpretação religiosa neste aspecto. O autor procura respeitar todas as opiniões e crenças, por isso, em publicações seguintes falará sobre a visão religiosa do mesmo assunto.
Como será o Fim do Mundo?
Há séculos que cientistas e profetas predizem o “fim do mundo”. Mas, será que este planeta poderá sofrer alguma espécie de fim natural?
Um fim natural inevitável, mesmo se não se verificar qualquer outro cataclismo, será, evidentemente, a morte do Sol. Esta estrela consumirá gradualmente o seu combustível de hidrogênio e, dentro de cerca de 8 milhões de anos, destruirá a Terra. Quando o hidrogênio se esgotar, o hélio que restar arderá até se transformar em carbono. Em conseqüência desse fenômeno, o Sol expandir-se-á e tornar-se-á vermelho-incandescente. Mas como a superfície será consideravelmente mais vasta, a quantidade total de calor será muito superior à atual e queimará a Terra.
Quais esperanças existem? Sairemos daqui para outro planeta?
É quase certo que, antes que sobrevenha a morte do Sol, nos teremos espalhado através de nossa própria galáxia e talvez de outras. A forma mais prática, salvo se surgirem novos avanços tecnológicos de difícil previsão, será a construção de naves gigantescas que constituam unidades ecológicas autônomas que sejam lançadas no espaço com um destino indefinido. De vez em quando, uma dessas naves encontrará um mundo que pode ser colonizado.
A forma mais lógica de realizar esse projeto parece ser através do aproveitamento e adaptação de pequenos asteróides, que seriam escavados e abastecidos com tudo de que necessitassem. Sem dúvida que, em 8 milhões de anos, disporemos de tempo suficiente para povoar o espaço com essas naves e, antes do fim deste planeta, teremos colonizado, provavelmente, muitos mundos em todo o Universo. Certamente encontraremos outros seres inteligentes com os mesmos objetivos.
Nenhum dos outros planetas do Sistema Solar é habitável sem que suas condições sejam profundamente alteradas. Alguns deles, como o nosso satélite Lua e, certamente Marte, poderiam ser tornados habitáveis. Mas há aí um porém: eles sofrerão o mesmo destino da Terra quando o Sol morrer. Conseqüentemente, não constituem qualquer solução a longo prazo.
Quanto tempo durará essa jornada? A que distância viajaremos nesses mundos móveis?
Esses viajantes espaciais acabarão por encontrar outro sistema solar com uma cintura de asteróides. Poderão talvez então abandonar o seu asteróide original, que a essa altura estará bastante deteriorado.
Neste momento não é possível dizer até onde terão de viajar para encontrarem uma nova terra habitável.
Se considerarmos exclusivamente a nossa galáxia, esta tem 135 milhões de estrelas que, provavelmente terão quase todas o seu sistema planetário próprio. Poderá haver na nossa galáxia até 640 milhões de planetas semelhantes à Terra – por outras palavras, as possibilidades de descobrirmos tais planetas são cerca de 1 para 200.. As probabilidades de se encontrarem tais planetas em todo o Universo são ainda muito maiores.
Além disso, poderão eventualmente existir entre os astros outros corpos celestes que desconheçamos. Pouco ou nada sabemos sobre possíveis corpos escuros, à exceção daqueles que se encontram muito próximos do nosso próprio Sol. Pode acontecer que estes não sejam invulgares – digamos que, no espaço de um milhão de anos, exista a probabilidade de encontrarmos algo conveniente.
Até que ponto isso é exeqüível? E quanto à velocidade da viagem? A velocidade da luz supera qualquer outra conhecida...Quanto tempo durarão essas viagens?
Enquanto existir o limite da velocidade da luz, não podemos esperar estabelecer comunicação entre as estrelas através de qualquer dos processoa atualmente conhecidos. Se presentemente enviássemos uma nave para as estrelas com os conhecimentos de que dispomos,, esta levaria vários anos para chegar à estrela mais próxima (a Proxima Centauri), milhares de anos para atingir as estrelas moderadamente distantes, dezenas de milhares de anos para transpor uma galáxia, milhões e milhões de anos para atingir mesmo as galáxias situadas mais próximas.
A única esperança de realização prática desse projeto depende da possibilidade de se viajar mais rapidamente que a luz – sem contrariar a Teoria da Relatividade, que parece corresponder de fato à realidade do comportamento do Universo.
Por exemplo, os cientistas especulam sobre a existência de determinados tipos de partículas denominados taquiões, que se deslocam sempre a uma velocidade superior à da luz, as quais, na realidade, não foram ainda detectadas. Se existem será extremamente difícil detectá-las. No entanto, pode mos especular sobre a possibilidade de transformar simultaneamente todas as partículas de uma nave espacial nas correspondentes partículas taquiônicas, partindo a uma velocidade várias vezes superior à da luz, numa direção determinada e concebidas para percorrerem uma distância estabelecida e, depois, subitamente convertê-las de novo em partículas vulgares.. E aí temos – praticamente sem perda de tempo, está-se no extremo da galáxia, a aproximadamente 200 milhões de km de distância.
Evidentemente que os problemas científicos que envolvem a transformação de todas as partículas da nave, incluindo as dos seres humanos, em taquiões e sua reconversão com tal simultaneidade que não se perca metade do coração ou determinados átomos necessários se revestem de uma enorme dificuldade.
Por essa Teoria, a Terra durará mais 8 milhões de anos. Sobreviverá a Humanidade também até essa altura, ou seremos primeiramente destruídos?
Isso pode acontecer a qualquer momento – embora quanto mais tempo decorrer sem que tal se verifique mais profundamente, acredita-se que um cataclismo não acontecerá. Houve muitas oportunidades para guerras nucleares e foram evitadas.
Poderá a Terra ser destruída numa colisão com outro astro celeste?
É altamente improvável. O espaço é amplamente vazio, e as possibilidades de sermos atingidos por algum corpo de dimensões consideráveis são muito reduzidas. Por exemplo, a distância média entre as estrelas na área que ocupamos na nossa galáxia é de 8 anos-luz, cerca de 80 milhões de milhões de km.
Na realidade, as estrelas na nossa galáxia encontram-se na mesma proporção em que estariam alguns grãos de areia em todo o Central Park de Nova Iorque.
E quanto a um possível invasão e destruição por parte de seres extraterrestres?
Essa é uma situação muito comum da ficção científica, mas quase completamente improvável. Os seres inteligentes que se encontram mais próximos de nós estarão, provavelmente, a uma distância de 50 anos-luz, que não é fácil de atravessar. Os seres capazes de realizarem a travessia estariam extremamente avançados tecnologicamente e também em humanidade, assim, seria improvável que viessem aqui atuar como uma raça de bárbaros, além do mais, nada teríamos a oferecer a eles.
Quais os maiores perigos que a raça humana terá de enfrentar?
É difícil imaginar que a espécie humana possa alguma vez ser totalmente destruída, mas, a menos que comecemos a agir agora, imediatamente, de forma decisiva,dentro de poucos anos destruiremos a civilização tal como a conhecemos. Estamos a caminhar rapidamente nessa direção.
A população mundial mundial crescerá de forma cada vez mais acelerada, mas a produção de alimentos não acompanhará essa demografia. Com uma quantidade grande de pessoas sub-alimentadas, haverá um aumento de doenças e uma insegurança generalizada no mundo, pois mesmo as nações mais ricas seriam seriamente afetadas.
Há ainda a questão da água, além de outras questões ambientais. O superaquecimento do planeta é mais um inimigo invisível. No futuro, a água será muitíssimo preciosa, e poderá gerar conflitos e guerras entre todas as nações, assim como muito sangue foi derramado pelo sal, na Antiguidade. Uma guerra, ninguém sabe como ou em quê termina, tudo que sabemos é que ninguém sai ganhando.
Mas isso é questão para outro post !!!
Por Redação Yahoo! Brasil
A agência espacial norte- A americana, NASA, emitiu comunicado na tentativa de acalmar os ânimos a respeito da erupção solar de segunda-feira (14), que está atingindo a Terra desde quinta (17). Segundo o site Inovação Tecnológica, a divulgação sobre a atividade do sol causou tanto temor que a Nasa resolveu colocar na página do site da agência comunicado dizendo que nada grave ocorrerá no planeta.
"A nuvem de partículas produzida pelo evento no Dia dos Namorados (data comemorada nos Estados Unidos e em outros locais do mundo) parece ser bastante fraca e não produzirá quaisquer efeitos fortes na Terra, à exceção, talvez, de algumas belas auroras em latitudes altas do norte e do sul do planeta," diz o comunicado. A tempestade foi anunciada como sendo a maior dos últimos anos, estimulando o boato de que o mundo irá acabar em 2012 - data do final do calendário maia.
Apesar da intensa atividade solar ter acontecido na segunda, as partículas geradas pela erupção só chegaram à Terra ontem. Isso porque elas viajam relativamente "devagar" a uma velocidade de cerca de 900 km/segundo, mais lentamente do que a velocidade da luz (300 mil km/ segundo). Dessa maneira, os cientistas conseguem checar tempestades solares dias antes de suas partículas alcançarem a Terra.
Notícia desta semana
Tempestade solar não causará problemas na Terra, afirma Nasa
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"A nuvem de partículas produzida pelo evento no Dia dos Namorados (data comemorada nos Estados Unidos e em outros locais do mundo) parece ser bastante fraca e não produzirá quaisquer efeitos fortes na Terra, à exceção, talvez, de algumas belas auroras em latitudes altas do norte e do sul do planeta," diz o comunicado. A tempestade foi anunciada como sendo a maior dos últimos anos, estimulando o boato de que o mundo irá acabar em 2012 - data do final do calendário maia.


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